Estremoz é bastante rico em património militar, tendo no século XVII um papel fundamental como praça de armas e armazém de guerra do Alentejo no auxílio do combate à invasão castelhana durante as Guerras da Restauração para defender o Reino da ofensiva espanhola.
 
Foi neste contexto que foram construídas várias fortificações na cidade de Estremoz, que, não sendo  uma vila de fronteira, funcionava como 2ª linha de defesa do território.
 
A porta dos Currais foi desenhada cerca de 1670 pelo sargento-mor de engenharia António Rodrigues e destaca-se pela sua monumentalidade e composição artística, com uma águia imperial e grifos a pisar peças de artilharia. 
 
As portas dos Currais, serão o primeiro monumento a ser intervencionado pelo seu avançado estado de degradação, continuando a obra de requalificação e recuperação das fortificações abaluartadas da Casa de Armas e muralhas adjacentes até  aos baluartes do Páteo dos Solares e baluarte de São José. O orçamento está estimado em cerca de 850 mil euros  financiados  em 75% por fundos comunitários.
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