SONS DO GUADIANA REGRESSA COM TRÊS DIAS DE POESIA MÚSICA E PAISAGEM
DE ELVAS A JUROMENHA UM FESTIVAL QUE UNE DUAS MARGENS EM 2025
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O Festival Sons do Guadiana realiza a quinta edição de 3 a 5 de outubro de 2025, estendendo-se por sete localidades em Portugal e Espanha.
SONS DO GUADIANA REGRESSA EM 2025
Entre 3 e 5 de outubro, o Alentejo volta a ser palco do Festival Sons do Guadiana. Na sua quinta edição, a iniciativa expande-se por sete localidades e atravessa fronteiras, reunindo 17 atividades distribuídas por 12 palcos em Portugal e Espanha.
PALAVRAS E SONS PARA ABRIR O FESTIVAL
A estreia acontece a 3 de outubro, em Elvas, no espaço Stand’Arte, na Rua António Tomás Pires, 13, pelas 18h30. A sessão inaugural, intitulada “As Palavras e os Sons do Rio”, junta poesia e música em três momentos: a apresentação da segunda edição do Concurso Ibérico de Poesia, o projeto In Vino Veritas e, para fechar a noite, a atuação do grupo Alentejo na Voz, com modas tradicionais da região.
VILA BOIM JUROMENHA E CAMPO MAIOR NO PERCURSO
Ao longo do fim de semana, a programação dispersa-se por diferentes pontos do território. Vila Boim recebe no sábado de manhã uma leitura de poesia numa casa típica de Brinhol. Ainda nesse dia, Juromenha acolhe um passeio de barco com concerto, juntando paisagem e música nas margens do Guadiana.
Durante a tarde, Campo Maior associa-se ao festival com o II Sunset Ibérico, na barragem do Caia. O regresso a Elvas faz-se à noite, às 21h30, com o concerto de apresentação de In Vino Veritas, no Hotel Vila Galé Collection.
UMA PONTE CULTURAL ENTRE MARGENS
Já no domingo, 5 de outubro, Juromenha volta a estar em destaque: às 10h00, o castelo da localidade recebe uma sessão poética acompanhada de visita ao monumento.
Em 2025, o festival assume quatro eixos centrais — palavra, paisagem, gastronomia e música — procurando cruzar tradições e novas propostas. Segundo a organização, trata-se de “uma ponte cultural que vai das palavras dos poetas aos sons tradicionais das margens do rio”.
A participação é gratuita, embora limitada à lotação dos espaços.

