TORREENSE FAZ HISTÓRIA E CONQUISTA A SUPERTAÇA FEMININA VODAFONE 2025
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TORREENSE FAZ HISTÓRIA E CONQUISTA A SUPERTAÇA FEMININA VODAFONE 2025
O Torreense inscreveu-se pela primeira vez no palmarés da Supertaça Feminina Vodafone, ao derrotar o Benfica por 2–1 no Estádio António Coimbra da Mota, no Estoril. Uma vitória que nasceu da organização, da coragem e de uma eficácia notável nos momentos-chave.
ENTRADA FULGURANTE: BENFICA MARCA EM 30 SEGUNDOS
O jogo mal tinha começado e já o Benfica festejava: aos 30 segundos, Lúcia Alves rompeu pela direita, serviu Nycole Raysla, que atrasou para Diana Silva aparecer no espaço livre e abrir o marcador com frieza.
RESPOSTA IMEDIATA: KONST REPÕE A IGUALDADE
O Torreense não se deixou abalar. Aos 12 minutos, num canto ensaiado por Jesi Rossman, Gerda Konst ganhou posição entre as centrais e desviou de cabeça para o empate.
A CAMBALHOTA NO MARCADOR: ROSSMAN PÕE O TORREENSE NA FRENTE
Aos 36’, Paloma Lemos bateu um livre forte, Lena Pauels defendeu para a frente e Jesi Rossman, atenta, emendou de pronto para fixar o 2–1.
Pouco depois, o Benfica acreditou no empate, mas o VAR anulou um golo de Lúcia Alves: Diana Silva estava em fora de jogo no início da jogada.
BENFICA INSISTE, MAS A BOLA NÃO ENTRA
Na segunda parte, o Benfica intensificou a pressão:
- 44’: Marit Lund bateu um livre que explodiu na trave.
- 71’: voltou a ameaçar num remate colocado que passou a centímetros do travessão.
- 90’: Diana Gomes cabeceou com força, mas a bola embateu no ferro.
- Pelo meio, aos 66’, Janny Belém assinou uma defesa decisiva a remate de Cristina Martín-Prieto, servida por Caroline Møller.
TORREENSE RESPONDE EM CONTRA-ATAQUE
Apesar do sufoco, a equipa de Torres Vedras soube explorar transições:
- Aos 79’, Daniuska Rodríguez surgiu isolada mas não conseguiu ampliar.
- Já aos 90+1’, Ava Seelenfreund ainda assustou com nova incursão rápida.
- Nos descontos, um possível penálti a favor do Benfica foi analisado pelo VAR, mas a decisão inicial manteve-se.
HISTÓRIA ESCRITA EM TORRES VEDRAS
Com uma exibição sólida e pragmática, o Torreense resistiu até ao apito final e levantou a primeira Supertaça da sua história. Um triunfo que vale muito mais do que o troféu: é um sinal de maturidade competitiva e um empurrão anímico para a nova temporada.
Já o Benfica, favorito à partida, saiu de mãos a abanar apesar das muitas ocasiões criadas. Faltou eficácia — e essa será, inevitavelmente, uma das grandes lições a retirar deste encontro.

