ARTE DA OLARIA DE REDONDO INTEGRA INVENTÁRIO NACIONAL DO PATRIMÓNIO IMATERIAL
DISTINÇÃO REFORÇA A RELEVÂNCIA CULTURAL E HISTÓRICA DE UMA TRADIÇÃO ALENTEJANA
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As técnicas de decoração da olaria de Redondo integram o Inventário Nacional do Património Cultural Imaterial.
RECONHECIMENTO NACIONAL PARA A ARTE REDONDENSE
As técnicas tradicionais de decoração da olaria de Redondo passaram a integrar o Inventário Nacional do Património Cultural Imaterial, reconhecimento que distingue a autenticidade e a continuidade desta arte secular.
A entrega da placa comemorativa decorreu no Palácio Nacional da Ajuda, em Lisboa, no âmbito das celebrações do Dia Internacional do Património Cultural Imaterial. O momento contou com a presença de David Galego, presidente da Câmara Municipal de Redondo, e de João Soalheiro, presidente do Conselho Diretivo do instituto público Património Cultural.
Após a cerimónia, David Galego levou para o concelho a placa comemorativa, num gesto simbólico que assinala o regresso do reconhecimento nacional ao território onde a tradição nasceu.
UMA TRADIÇÃO QUE SE RENOVA
Segundo a autarquia, este reconhecimento reforça a importância de valorizar e manter viva uma arte profundamente ligada à identidade, à tradição e à cultura do concelho.
O município sublinha que pretende continuar a sensibilizar a comunidade para a necessidade de preservar uma prática artística que atravessa gerações e que constitui um pilar da identidade local.
O SIGNIFICADO PARA O ALENTEJO
A inscrição das técnicas de decoração no Inventário Nacional coloca Redondo no mapa do património imaterial português, destacando o contributo do Alentejo na preservação de ofícios tradicionais.
Segundo a autarquia, esta distinção reforça também o potencial turístico e educativo da olaria redondense, cuja continuidade depende da transmissão intergeracional e do envolvimento das novas gerações.
Fonte: Câmara Municipal de Redondo

